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Prompt: Olá! benvidos ao canal, terror em s.b.ó. me chamo Hérik santiago, e vou levar vocês a uma viagem de terror, uma história de um velho fazendeiro. que móra na região da antiga usina Galvão. ele fala de uma féra, na sua mais assustadora forma. "-O cheiro do açúcar queimado costuma ser doce,na minha região, mas naquela fatídica noite, sob o luar de fevereiro em Santa Bárbara d'Oeste, ele tinha um gosto metálico, um odor de medo. Beto! um jovem boiadeiro, estacionou a caminhonete na beira do talhão 14. O canavial se estendia como um mar de facas vegetais, as folhas de cana sussurrando com a brisa seca. Ele buscava por uma novilha desgarrada, mas o silêncio que encontrou era estranhamente errado, quase como se o próprio canavial tivesse medo em fazer barulho. Nem grilos, nem corujas. Apenas o som de algo pesado esmagando a palhada seca. Beto! com muito medo acendeu a lanterna com um crucifixo, o qual ele tinha mandado colocar em seu objeto. Pois ele dizia trazer sorte, então O feiche de luz cortou a escuridão, revelando as fileiras infinitas de cana que pareciam se fechar atrás dele. então ele escutou Um estalo seco, como um osso quebrando sob pressão, Algo sombrio estava á espreita. Então ele andou alguns metros, com cautela, e se deparou com pegadas!, mas Não eram pegadas comuns, nem de onça, nem de homem. Eram marcas profundas, onde garras longas haviam cavado a terra fofa em busca de tração. nesse instante, Beto sabia que não estava sózinho,e que estava sendo caçado, por alguma coisa que ele mal sabia o que poderia ser, então Um almíscar podre, misturado ao cheiro de melaço fermentado ezalou. Ele parou. A uns dez metros da onde a anilha se encontrava, as canas se agitaram violentamente, quase que como o avisando, para ele sair dalí o mais rapido possível. Mas ele era jovem, e estava com sua lanterna da sorte, então continuou a seguir canavial a dentro, com um olhar trêmulo e respiração baixa. Então ele avistou Algo muito grande na escuridão. mas era alto demais para ser um bicho da região — estava parado, entre as fileiras. Quando a luz da lanterna atingiu o alvo, o coração de Beto falhou. não se parecia com nada que ele poderia imaginar ser, Era uma silhueta humanoide, coberta por pelos ralos e acinzentados, com ombros que mal cabiam entre as covas da plantação. O focinho era curto, os olhos brilhavam como brasas de uma queimada, e se acemelhava muito há um grande cachorro. uma besta! de uma lenda muito antiga. mas que estava ali, parada, olhando fixamente para Beto. de uma forma assustadora, o bicho soltou um som que começou como um granido de dor, e terminou em um rugido que fez o chão vibrar. então ele desparou de forma violenta em direção ao beto, atravessando o canavial, despedaçando as hastes de cana como se fossem palitos de dente. então por sua vez, Beto começou a correr em direção a sua caminhonete, mas O canavial é um labirinto cruel: as folhas cortam a pele como navalhas e a visibilidade é zero além do próximo passo. Ele sentia o hálito quente e podre daquele imenso animal em sua nuca. A criatura se movia com uma agilidade sobrenatural, saltando sobre as fileiras, cercando-o. Ele avistou a luz da caminhonete ao longe. Faltavam vinte metros. Dez metros. então! Um impacto muito forte o jogou contra o solo. Antes que pudesse gritar, o peso de uma garra imensa pressionou seu peito. A lua cheia, no topo do céu, iluminou a boca aberta, revelando dentes que pareciam feitos de mármore sujo. > "Não existe prata no canavial, Beto," uma voz gutural pareceu ecoar em sua mente, "apenas o ferro da foice e a doçura da morte."> A lanterna caiu no chão, iluminando apenas os pés da criatura enquanto ela se inclinava. O último som ouvido na fazenda naquela noite foi um uivo assustador seguido de um tiro, assim como os estalo rítmico das canas voltando ao lugar, escondendo o que quer que tivesse acontecido ali. quando amanheceu! o dia, apenas aquele silêncio assutador junto com a neblina e o tempo chuvoso, era como se a própria natureza, tenta-se apagar o acontecido. Então me sentei do lado de fora, da minha fazenda, tentando refletir sobre aquilo. Pois o tiro que desparei para tentar ajudar o beto, não chegou até a féra. Não! A bala atingiu outra coisa. Antes que pudesse acertar a besta, que estava em cima daquele jovem. Foi quando deixei a minha arma e saí correndo de lá. Sem olhar para trás:! E até hoje existem perguntas dentro de mim que não se calam. "o que será que aconteceu com aquele jovem?, aonde pegou aquele tiro?, ou será que aquela besta ainda caminha sobre aquele talhão 14?" -de qualquer forma os perigos para quem mora aqui nessa parte da região é muito real. _e cê quer saber ainda escuto uivos sombrios vindo daquele local, mas não é o mesmo. Não!, depois daquela noite passei a ouvir uivos ainda mais profundos e ameaçadores, como se um monstro ainda maior e sem piedade andasse por esse canavial, de forma ainda mais pesada. Vultos negros e extremamente grandes ainda passam por esse local em noites de lua cheia, e o Beto. á o Beto nunca mais foi visto de novo. Uns dizem que ele foi salvo, outros acreditam que ele se tornou uma féra. Mas na quele local nada foi encontrado a não ser um rastro de destruição no canavial. E posso afirmar, aquela destruição não foi feita por aquela besta. -Eu acho que o que quer que seja, ainda esta por aí. Se alimentando da fauna dessa região e das almas desse canavial. Boa noite!
Art Style: Watercolor Anime
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Manga Story #6050 - AI Manga | Mangii | Mangii