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Prompt: “🐺 O LOBO Hunter — CAPÍTULO 1
Você já ouviu histórias sobre monstros? Vampiros, lobisomens…
A maioria das pessoas acha que são apenas lendas.
Mas não são.
Meu nome é Jason Walker.
Sou um caçador de monstros.
Mas não qualquer caçador…
Eu também sou um deles.
Tudo começou quando um lobisomem atacou a fazenda da minha família, no Texas.
Era noite. O vento batia forte nas janelas quando ouvimos um barulho do lado de fora.
Meu pai, John, pegou a espingarda calibre 12 e olhou para mim com seriedade.
— Jason, fique com sua mãe. Se qualquer coisa entrar aqui que não seja eu… atire.
Foram as últimas palavras calmas que ouvi dele.
Minha mãe pegou minha irmã e correu para tentar pedir ajuda.
Eu fiquei ali, segurando a velha escopeta do meu avô, enquanto o barulho lá fora ficava cada vez mais alto.
Então vieram os tiros.
— Seu maldito! Morra!
Meu pai gritava enquanto disparava.
Até que ele gritou de novo:
— Jason! Fuja com sua mãe e sua irmã!
Eu não pensei. Corri até a porta… e abri.
E foi quando eu vi.
Um lobisomem… enorme… pronto para matar meu pai.
— FOGE, JASON!
Eu atirei.
Mas não foi suficiente.
A criatura avançou e conseguiu me morder.
A dor foi como fogo correndo pelas minhas veias.
Quando o monstro tentou me atacar de novo, meu pai puxou uma faca de prata e cravou na criatura.
O lobisomem caiu morto.
Logo depois, a polícia chegou. Vizinhos também apareceram.
A versão oficial?
Um ladrão invadiu a fazenda.
Mentira.
Eu e meu pai sabíamos a verdade.
E… os policiais também.
Mas esconderam tudo.
Depois daquela noite, minha vida mudou.
Nas noites de lua cheia… eu me transformava.
Era um inferno.
Até os 18 anos, quando finalmente aprendi a controlar a fera dentro de mim.
Foi então que deixei a fazenda.
Para proteger minha família.
E comecei a caçar.
Minha primeira grande caçada me levou até o Kansas.
Uma cidade pequena chamada Lawrence.
Cheguei dirigindo o Chevelle velho do meu avô e parei em um hotel simples.
— Olá… tem alguém aí?
Uma mulher apareceu na recepção. O nome no crachá dizia: Helena.
— Claro. Bem-vindo ao Hotel Lawrence. Como posso ajudar?
— Quero um quarto… Qual é o seu nome?
— Helena. Tenha uma boa noite.
Quando ela me entregou a chave, nossos dedos se tocaram.
E naquele instante… algo estava errado.
O cheiro dela…
Não era só perfume doce.
Era metálico. Frio. Antigo.
Subi para o quarto 204.
Não acendi a luz.
Fui direto para a janela.
E senti.
O cheiro de vampiros espalhado pela cidade inteira.
Então o rádio começou a tocar uma música baixa, antiga… como um aviso.
Na manhã seguinte, fui ao restaurante da cidade.
Ouvi os moradores falando sobre desaparecimentos.
Pessoas sumindo durante a noite.
Sem pistas.
Sem corpos.
Foi quando dois homens entraram.
E eu senti na hora.
O cheiro deles…
Vampiros.
Aquilo não era coincidência.
Lawrence estava infestada.
Voltei para o hotel, mas algo me puxava em outra direção.
Segui o cheiro pela cidade…
Era diferente.
Mais forte.
Mais antigo.
Ele me levou até uma casa abandonada.
Parei em frente ao portão enferrujado.
Respirei fundo.
E tive certeza.
Era o mesmo cheiro dos vampiros do restaurante.
Mas ali…
Era o ninho deles.”
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