Creation Details
Prompt: “Título mas eu sobrevivi
Oi meu nome é Aline uma abreviação para Liliana tenho 56 anos só estou escrevendo essa história agora pois estou com câncer e vou morrer em breve e porque infelizmente só agora consegui criar coragens insuficiente para contar tudo que guardei por tantos anos
Contarei a vocês sobre o meu ponto de vista sobre a história de Jack e cler mas primeiro vamos começar do início como eu conheci Cler
Quando eu tinha 18 anos minha mãe morreu atropelada ela sempre foi alcoólatra e naquela noite ela só estava andando bêbada ou seja nenhum mistério quando se trata da morte dela para mim não fazia exatamente tanta diferença pois minha mãe nunca gostava de mim e eu também nunca gostei dela pelo menos nunca tivemos uma relação de mãe e filha de verdade já meu pai não soube lidar com isso e ficou trancado no quarto por três longos meses não me respondia não falava comigo direito só falava quando era realmente necessário depois de um tempo ele arrumou outra mulher e fomos morar na casa dela foi tudo tão rápido eu não tive tempo nem de assimilar mas eu tinha várias perguntas há quanto tempo ele conhecia ela se ele não saía daquele quarto e por que iríamos morar na casa dela ele nunca respondia nenhuma das minhas dúvidas mas não se preocupe minha história não é que nem a de Cinderela minha madrasta era uma mulher doce Gentil carinhosa e me tratava super bem o nome dela era Mary ela também tinha uma filha chamada Cler infelizmente eu nunca soube como o pai dela morreu mas já perguntei uma vez para Mary ela só me falou que ele nunca foi um bom pai e também nunca foi um bom marido mas ela sempre deixava Claro o quanto gostava do meu pai e o quanto ela nunca teve um homem tão bom na vida dela e da filha dela até hoje não sei o que aconteceu com o pai dela na frente do meu pai e da mãe dela ela era um doce de menina frágil Gentil inocente mas quando ficava só nós duas ela era uma pessoa completamente diferente ela me tratava de uma forma grosseira e fazia eu comer minhoca me afogava na piscina da casa fazia eu roubar frutas do supermercado por por a diversão e ela adorava maltratar qualquer ser vivo ou qualquer planta viva que cruzasse o caminho dela e o pior de tudo é que sempre que eu tentava falar para o meu pai a mãe de Cler a defendia e como meu pai era extremamente apaixonado e dependente por Mary ele sempre acreditava com o tempo comecei a me adaptar aí a me render aos caprichos dela e de certa forma isso parou ela jurou que jamais me maltrataria de novo e que me consideraria irmã dela em troca eu teria que ser completamente legal isso significava ser capanga dela todas as atrocidades que ela fazia eu nunca tive coragem de impedi-la mas de todas as coisas ruins que ela fez a que eu mais me lembro é o dia que ela matou um cachorro da vizinha o Bob o Bob vivia fazendo suas necessidades no nosso jardim e cler em uma noite que meu pai e a mãe dela dormia ela me levou até o jardim da vizinha e com uma frieza que eu nunca vi numa criança ela bateu no cachorro 15 vezes com taco de beisebol até ela ficar satisfeita o sorriso que ela dava era macabro e fazia eu tremer de medo e ter pesadelos toda noite a vizinha chorou por dias mas eu continuava calada naquela época só para deixar claro eu ainda podia falar mas o que me fazia aguentar tudo isso era Mary porque no fim Mary era uma mãe incrível ela me levava vários lugares da casa para conhecer todos os dias mas o meu lugar favorito era o porão dela ela falou que lá ela compartilhava com o seu marido ele era um carpinteiro e guardava todo tipo de ferramenta lá tinha até um facão enorme mas também tinha quadros com lindos desenhos que Mary fazia antes do meu aniversário Mary me deu o pincel favorito dela e disse que se algum dia eu fizesse um quadro ela mudaria na casa para sempre no meu aniversário de 17 anos meu pai fez uma festa incrível para mim foi tão divertido que eu não me lembro de muita coisa ruim só me lembro das coisas fofas que aconteceram lá mas se de uma coisa ainda me lembro é de ver Cler entrando naquele porão e levando com ela alguma coisa de lá mas depois que todos fomos dormir minha irmã falou que tinha um presente especial para mim que não podia mostrar para ninguém então nós fomos na madrugada até o jardim ou a gente cavou um buraco muito fundo e lá havia uma pequena caixa com nada dentro eu perguntei
Cler para que serve isso disse Lili
Amanhã vou te trazer aqui de novo e você vai entender qual que é o seu presente disse Cler
Eu não tinha entendido muito bem naquela noite mas logo compreendi no dia seguinte bem cedo escutei uns barulhos estranhos vindo do lado de fora do meu quarto com muita calma levantei calcei as minhas pantufas e calmamente quando abri a porta fiquei horrorizada ao ver a quantidade de sangue que tinha na frente do meu quarto quando me aproximei das escadas lá no final eu vi o meu pai todo ensanguentado a via sangue espichado por tudo que é canto e do lado dele tava a Mary segurando um facão enorme com uma cara de pânico enquanto chorava ela olhou para cima das escadas e quando me viu saiu correndo as pressas para me segurar ela me entregou o facão e pediu para que eu me trancasse no quarto e não abrisse a porta antes de se afastar da porta Mary falou Liliana você é uma menina maravilhosa e eu espero que você continue sendo número 425 disse Mary Eu não entendi o número que ela me passou mas aquilo não me importava porque eu só conseguia chorar ela não me explicou mais nada eu me tranquei no quarto assustada e não demorou muito para eu escutar os gritos de Mary ela gritava pedindo socorro muito alto mas eu não tive coragem de me mover até que bateram na porta em Pânico era Cler ela batia tão forte na porta pedindo ajuda socorro que eu abri quando eu abri ela estava toda ensanguentada com um sorriso diferente não era o mesmo de quando ela matava cachorros ou bichos eram um sorriso ainda mais macabro ela olhou para mim e me deu um abraço forte chorando e me disse que a partir daquele dia seríamos só eu e ela para sempre com uma voz trêmula perguntei o que tinha acontecido ela falou que a mãe dela Mary havia matado o meu pai por ciúmes e depois tentou matar ela também mas Cler acabou matando a sua própria mãe primeiro ela falou que faria qualquer coisa para me proteger daquele dia em diante e a única coisa que continuou me pedindo em troca foi lealdade eu não consegui soltar uma palavra mas acenei com a cabeça e de alguma forma ela entendeu aquilo como um agradecimento e como a última palavra dela ela falou
Agora seu nome será Pitty assim e começaremos uma vida nova e o meu nome será love o tempo passou quando eu menos percebi eu já tinha 20 anos ainda não tinha encontrado o amor não conseguia mais falar mas eu me formei na faculdade eu era uma aluna exemplar tirei notas boas e e consegui um emprego em Los Angeles love por outro lado só desandava ela não chegou a matar mais ninguém mas odiava qualquer animal que chegava perto dela não continuou os estudos mas embarcou forte na carreira de um assassino em série depois que eu cheguei em Los Angeles a primeira coisa que recebi foi uma ligação de love ela falou
Eu tenho um namorado volta logo eu tô doida para te apresentar para ele
Dois anos se passaram quando eu voltei ela não me levou no restaurante ou em um jantar em família ela me levou em um porão que ela havia construído todo aquele tempo e lá dentro eu vi um rapaz muito bonito com um olhar sofrido e com o corpo todo machucado ele estava acorrentado chorando muito quando eu olhei para ela aquele sorriso que eu não via muito tempo que eu tentei fugir voltou novamente
Então ela disse
Agora seremos uma família eu te apresento o meu namorado Jack Jack essa é a minha irmã agora ficaremos juntos para sempre continua
Você arruma só para mim os erros ortográficos e pontos essas coisas”
Art Style: Mini Cute
Color Mode: Full Color
Panels: 1
Created: